Preço da carne cai 9,6% nos primeiros oito meses de 2023; Saiba os cortes que estão mais baratos

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Filé-mignon lidera a lista com queda de 16,95%, seguido por alcatra e contrafilé

O preço da carne no Brasil caiu em média 9,6% em 2023, segundo dados do IBGE. Filé-mignon lidera a lista com queda de 16,95%, seguido por alcatra e contrafilé. O segmento de alimentos e bebidas também registra deflação, com a carne ocupando o terceiro lugar na lista de maiores quedas de preço no ano.

Divulgação

Dados divulgados ontem pelo IBGE revelam que o preço do filé-mignon teve a maior queda entre as carnes neste ano, com uma redução de 16,95%. Alcatra e contrafilé seguem com quedas de 13,46% e 11,77%, respectivamente.

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REPRODUÇÃO/UOL

No ranking de alimentos que compõem o IPCA, o filé-mignon foi o sexto item com maior redução de preço. Fica atrás apenas de cebola, laranja, óleo de soja, abacate e batata inglesa, com quedas que variam de 19,33% a 43,71%.

O segmento de aves e ovos teve um comportamento distinto. A queda no preço foi de 6,30%, com destaque para o frango em pedaços e frango inteiro, que tiveram reduções de 11,69% e 9,79%, respectivamente. Os ovos, por outro lado, apresentaram uma alta de 12,94%.

No setor de pescados, a situação foi de alta nos preços. A tainha lidera com um aumento de 11,68%, seguida pelo caranguejo e tilápia. Contudo, também houve cortes que ficaram mais acessíveis, como o peroá e o serra, com quedas de 14,58% e 6,43%.

O grupo de alimentos e bebidas registrou deflação pelo terceiro mês consecutivo. Em agosto, a queda foi de 0,85%. A carne ocupa o terceiro lugar na lista de subgrupos com maiores reduções no preço, atrás apenas de óleos e gorduras e tubérculos, raízes e legumes.

Em relação à inflação geral do país, o IPCA foi de 0,23% em agosto. No acumulado do ano, a inflação está em 3,23% e nos últimos 12 meses, em 4,61%.

Essa queda nos preços das carnes e outros alimentos alivia o orçamento doméstico e impacta de forma significativa o índice de inflação, que é uma das principais preocupações econômicas do país. O panorama atual sugere um alívio para os consumidores e um sinal positivo para a economia.

Fonte: UOL

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