Chegou ao fim a história de Lionel Messi e a camisa da seleção Argentina. Em Buenos Aires, no Monumental, o que menos importou foi a pontuação do amistoso contra o Benin – os sul-americanos venceram por 3 a 0.
A noite dessa terça-feira (6), foi marcante para o torcedor argentina e do restante do mundo que tiveram a última oportunidade de ver o camisa 10 da seleção Argentina mostrar o talento que o fez ser um dos maiores jogadores da história.

Messi se despediu com 208 jogos, 126 gols e 70 assistências. Foram 21 anos de seleção e 4 títulos: as copas América de 2021 e 2024, duelo entre os campeões sul-americano e europeu. O capitão venceu o Mundial sub-20 de 2005 e o ouro na Olimpíada (cujo torneio é sub-23) de 2008, em Pequim (China).
A caminho do Monumental, dentro do ônibus, Messi já se encontrava em prantos, flagrado pelas câmeras da TV. Durante o aquecimento, foi a vez de Lionel Scaloni – técnico com quem o ídolo, se sagrou campeão pela Argentina em torneios oficiais não segurar a emoção. Os dois deixaram as lágrimas escorrerem pelo rosto novamente no momento da execução do hino nacional.
O duelo em Buenos Aires começou com meia hora de atraso que estava marcado para 20h (horário de Brasília). Messi buscou marcar gol logo na primeira etapa do jogo, parando duas vezes em defesas do goleiro Marcel Dandjinou e mais duas em finalizações para fora.
A seleção do Benin, sem pressão, foi quem esteve mais próximo de balançar as redes. A melhor chance foi aos 18 minutos. O meia Junior Olaitan se antecipou ao goleiro Dibu Martínez na pequena área e concluiu para fora, após cruzamento do atacante Rodolfo Aloko pela direita.
Messi ainda tinha duas grandes chances. Ele recebeu um cruzamento rasteiro aos 29 pela esquerda do atacante Nico González e concluiu para fora, na cara do gol. Aos 43, teve o chute de primeira no canto direito defendido pelo goleiro Saturnin Allagbé, que espalmou para a trave.
O apito do árbitro chileno Fernando Véjar deu fim à era Messi na seleção argentina, aos 49 minutos do segundo tempo. A última dança do craque – ao menos a serviço de seu país – está completa.
Fonte: Agência Brasil





