Ministro afirma que definição da nova equipe de governo deve ocorrer após a COP31, prevista para novembro, e destaca que o governador do Piauí está entre os nomes lembrados.
O ministro Wellington Dias (PT) confirmou, na quinta-feira (29), que o governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), está entre os nomes considerados para compor a nova equipe ministerial do presidente Lula (PT). Segundo ele, no entanto, a definição dos cargos deve ficar para depois de 20 de novembro.
Wellington Dias participa das primeiras reuniões de transição, coordenadas pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), que buscam alinhar as ações do atual governo às prioridades do próximo mandato.

Ao comentar a possibilidade de Rafael Fonteles assumir um ministério, o ministro afirmou que o governador é lembrado nas conversas sobre a composição da equipe. “Claro, o nome do governador do Piauí, Rafael Fonteles, é lembrado”, declarou.
A expectativa é que Lula trate da formação do novo governo após participar da COP31, na Turquia. O presidente brasileiro tem compromissos previstos para os dias 11 e 12 de novembro, durante o encontro internacional de líderes dedicado às mudanças climáticas.
“De qualquer maneira, nós temos nomes que são lembrados e, com muito orgulho, o nome do governador do Piauí é um dos citados para a composição de sua equipe”, reforçou Wellington Dias.
Wellington destaca confiança de Lula após vitória eleitoral
O ministro também comentou o resultado do segundo turno das eleições e afirmou que Lula está motivado para iniciar o novo mandato. Segundo Wellington, o presidente tem consciência da responsabilidade decorrente do apoio recebido nas urnas.
“É um presidente muito animado e muito consciente do tamanho do voto de confiança que foi dado pelo povo brasileiro, diante de tudo o que ele enfrentou para garantir essa vitória”, afirmou.
Wellington Dias também demonstrou confiança no próximo governo e disse acreditar que Lula fará uma gestão histórica. Como argumento, citou o desempenho econômico do último ano do segundo mandato do presidente, em 2010, especialmente os indicadores relacionados às contas públicas.
“Ele vai, de fato, fazer o melhor mandato da história”, concluiu o ministro.





