Anvisa libera novo medicamento para tratar Alzheimer no Brasil

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Tratamento pode ajudar a retardar a progressão da doença em pacientes no início dos sintomas.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de um novo medicamento para o tratamento da doença de Alzheimer no Brasil. O remédio, chamado lecanemabe, passa a estar autorizado para uso no país e representa uma nova opção para pacientes que estão nas fases iniciais da doença.

O lecanemabe é um medicamento biológico que atua diretamente em uma das principais alterações associadas ao Alzheimer: o acúmulo de placas de uma proteína chamada beta-amiloide no cérebro. Essas placas estão relacionadas à perda progressiva de memória, dificuldades de raciocínio e outras funções cognitivas. A proposta do tratamento é ajudar a retardar a progressão da doença, especialmente quando iniciado ainda nos primeiros sinais.

Segundo a Anvisa, o medicamento é indicado para adultos diagnosticados com comprometimento cognitivo leve ou demência leve causados pelo Alzheimer, desde que a doença esteja em estágio inicial e haja confirmação da presença da patologia amiloide. O uso também depende de características genéticas do paciente, que precisam ser avaliadas antes do início do tratamento, como parte dos cuidados de segurança.

A aplicação do lecanemabe é feita por infusão intravenosa, ou seja, diretamente na veia, em ambiente de saúde adequado. Cada sessão dura cerca de uma hora e o tratamento deve ser realizado a cada duas semanas, sempre com acompanhamento médico.

“Com a aprovação do registro, o medicamento está liberado para distribuição e uso no Brasil. No entanto, a Anvisa esclarece que o início da venda ao público ainda depende do laboratório responsável pelo produto, que define os prazos para colocá-lo no mercado nacional. Questões como preço e incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS) ainda não foram divulgadas.”

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa progressiva e sem cura, que afeta principalmente pessoas idosas e impacta não apenas os pacientes, mas também familiares e cuidadores. A aprovação de novos tratamentos é vista por especialistas como um avanço importante, sobretudo por ampliar as possibilidades de cuidado e intervenção precoce, fase em que os resultados tendem a ser mais eficazes.

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