Mesmo após prazos e compromissos públicos do governo estadual, a população segue sem acesso ao serviço de alta complexidade e enfrenta deslocamentos para outros municípios.
Apesar das reiteradas promessas do governo Rafael Fonteles, a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estadual Dr. João Pacheco Cavalcante, em Corrente, segue sem funcionar. A estrutura física da UTI já está pronta há meses, mas permanece de portas fechadas, frustrando as expectativas da população local e de municípios vizinhos, que aguardam acesso a atendimento de alta complexidade. Com informações de Igor Rodrigues do Correnteemponto.

O governo estadual anunciou, ao longo de 2023, a entrega de serviços essenciais no hospital, como o Pronto-Socorro e a Central de Diagnóstico. No entanto, enquanto a Central de Diagnóstico só entrou efetivamente em operação em novembro — muito depois do prazo inicialmente divulgado —, a UTI segue sem previsão concreta para início dos atendimentos, apesar dos sucessivos anúncios e compromissos firmados publicamente por membros do governo, incluindo o próprio governador Rafael Fonteles.

Desde julho, moradores da região escutam promessas de que o serviço seria inaugurado em datas que nunca se confirmaram. Foram várias declarações de secretários e lideranças estaduais, sempre renovando o compromisso de que a UTI estaria disponível “em breve”, mas a cada novo prazo não cumprido, cresce o sentimento de decepção e desconfiança.
Enquanto a inauguração não se concretiza, a comunidade segue enfrentando deslocamentos longos em busca de atendimento em cidades como Bom Jesus, Floriano ou Teresina. O direito ao cuidado intensivo, prometido pelo governo Rafael Fonteles, segue sendo apenas uma expectativa não atendida.

A população de Corrente e região exige que o compromisso firmado pelo governo se torne realidade, com a efetiva abertura e funcionamento da UTI. Mais do que discursos e datas adiadas, o que se espera é respeito ao cidadão e respostas concretas para uma necessidade urgente e vital.





