Com estratégia definida e reação à crise do MDB, partido quer ganhar espaço e disputar poder de forma contundente
O PSD entrou de vez no clima de campanha, sem espaço para hesitação. A onda de filiações no Piauí não é só mais um movimento político, é a prova de que o partido quer ir com tudo para as eleições de 2026. A montagem da chapa mostra claramente a grande ambição. Por dentro, o plano é ousado: eleger de seis a sete deputados estaduais e ainda colocar entre três e quatro deputados federais.
Não é pra ficar de coadjuvante, é pra quem quer estar na mesa principal e comandar o jogo!

Dentro dessa estratégia, já começam a surgir nomes com um plano definido. A professora Rutineia, da Casa Meio Norte, é uma aposta para a Assembleia Legislativa, reforçando a ideia de ter candidatos que falam direto com o eleitor, ou seja, que sabem conquistar votos.
Mas o que realmente acelerou tudo foi o impacto da movimentação do MDB. A confusão que aconteceu ali não só mexeu nas alianças, mas também deixou o ambiente tenso, fazendo o PSD reagir rápido.
Quem deu o start e levantou o nível da disputa foi o deputado Georgiano Neto. Parece que a crise no MDB fez ele partir pra cima com tudo.
Agora, o PSD não é só mais um no jogo; virou uma máquina eleitoral que está se formando. Com metas ambiciosas, discurso alinhado e articulação rápida, o partido chegou pra disputar poder de verdade, não só pra participar.





