Com Ciro Gomes e Haddad, oposição tem dia de protestos pelo país

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São Paulo teve presença também de Guilherme Boulos e outras lideranças; no Rio, manifestantes protestaram contra alta da gasolina.

Protestos contra o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ocorreram ne sábado (2) em diversas cidades brasileiras. Todas as 26 capitais e o Distrito Federal registraram atos.

Em São Paulo, a manifestação começou por volta das 13h (de Brasília) e ocupou boa parte da Avenida Paulista. A concentração foi na altura do Museu de Arte de São Paulo (Masp), onde estava localizado o principal carro de som. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo estima que 8 mil pessoas compareceram no ato. Segundo os organizadores, 100 mil pessoas participaram da manifestação na capital paulista.

Foto: Estadão Conteúdo

Nos atos do dia 12 de setembro, também de oposição a Bolsonaro e organizados pelo Movimento Brasil Livre (MBL), Vem Pra Rua e Livres, a Polícia Militar informou que foram 6 mil pessoas. Já no 7 de Setembro, nos atos pró-Bolsonaro, a polícia estimou o público em 125 mil pessoas.

Líderes da oposição, como Fernando Haddad (PT), Ciro Gomes (PDT) e Guilherme Boulos (PSOL), todos candidatos à Presidência em 2018, discursaram contra o governo, criticaram as medidas de combate à pandemia da Covid-19 e a situação econômica atual.

Os deputados federais Alessandro Molon (PSB-RJ), Orlando Silva (PCdoB-SP) e Gleisi Hoffmann, presidente do PT, também estiveram presentes e subiram no carro de som.

Além de críticas ao governo federal em relação ao enfrentamento à pandemia da Covid-19, dessa vez a inflação e os altos preços os combustíveis também entraram na pauta dos atos. No Rio, um enorme inflável em forma de botijão de gás trazia a inscrição: “Tá caro? A culpa é do Bolsonaro”.

O governador de São Paulo, João Doria, outro nome cotado para disputar a presidência, não compareceu por estar em campanha das prévias do PSDB, em Minas Gerais. O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), que também pode entrar na disputa pelo Palácio do Planalto, também estava confirmado, mas em suas redes sociais ele avisou que não participaria.

A Polícia Militar de São Paulo disponibilizou efetivo de mil policiais para acompanhamento da manifestação – 150 viaturas monitoram a região da Paulista. A operação contou ainda com 60 cavalos, dez cães, dois helicópteros Águia e cinco drones.

Rafaela LaraMurillo FerrariDouglas Portoda CNN

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