Nova portaria determinou rastreamento eletrônico de produtos vendidos no estado do Piauí.
A Secretaria de Assistência Técnica e Defesa Agropecuária do Piauí (Sada), a Agência de Defesa Agropecuária do Piauí (Adapi) e o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Piauí (CREA-PI) firmaram a Portaria nº 33/ADAPI-PI, que torna obrigatório o controle informatizado de estoque, registro, movimentação e envio de receituário agronômico em estabelecimentos que comercializam agrotóxicos no estado.
Segundo a Adapi, a nova normativa busca ampliar o controle e a rastreabilidade da comercialização de agrotóxicos no Piauí, permitindo acompanhamento mais detalhado da circulação dos produtos desde as empresas distribuidoras até o consumidor final. O sistema também deverá registrar as movimentações relacionadas ao estoque e às receitas agronômicas utilizadas para autorização da venda.

De acordo com a Secretaria de Assistência Técnica e Defesa Agropecuária, a iniciativa tem como objetivo garantir maior segurança sanitária e alimentar, além de ampliar a fiscalização sobre o uso de defensivos agrícolas no estado. O órgão informou que o controle informatizado substituirá métodos anteriormente realizados manualmente ou por meio de planilhas eletrônicas.
A Adapi explicou ainda que os novos procedimentos passarão a ser executados diretamente dentro do sistema digital do órgão, permitindo maior praticidade no armazenamento das informações e no acompanhamento da destinação dos produtos comercializados. O modelo também deverá possibilitar a identificação do trajeto do agrotóxico, desde a revenda até a utilização final pelo consumidor.
Conforme os órgãos envolvidos, a expectativa é que o processo de digitalização seja ampliado futuramente para integrar também as indústrias responsáveis pela fabricação dos produtos. A proposta é criar um sistema completo de rastreamento envolvendo todas as etapas da cadeia de comercialização de agrotóxicos no Piauí.
Fonte: GP1





