Governo Bolsonaro tem 32% de aprovação e 42% de rejeição, diz XP/Ipespe

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Atrás dele, estão Sergio Moro (12%), Fernando Haddad (12%), Ciro Gomes (11%), Luciano Huck (7%), Guilherme Boulos (6%), João Doria (4%), João Amoêdo (3%) e Luiz Henrique Mandetta (3%).

O percentual dos que consideram o governo do presidente Jair Bolsonaro ruim ou péssimo oscilou dois pontos para cima, de 40% a 42%, mostrou pesquisa XP/Ipespe divulgada nesta segunda-feira (8).

Ao mesmo tempo, o grupo dos que consideram a administração boa ou ótima foi de 32% a 30%.

O levantamento, que é feito mensalmente, mostra aumento consecutivo na avaliação negativa do presidente desde setembro de 2020, quando chegou a 31%.

De acordo com a XP, a alta da reprovação é puxada principalmente pelo grupo dos mais pobres, que ganham até dois salários mínimos mensais (de 39% a 45%), e de moradores das regiões norte/centro-oeste (32% a 40%) e nordeste (43% a 48%).

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A consultoria questionou ainda sobre o auxílio emergencial. 53% dos entrevistados acreditam que o governo deveria criar um benefício semelhante por mais alguns meses e 17%, que o Bolsa Família deveria ser ampliado. No entanto, 49% das pessoas não acreditam que o governo fará alguma dessas ações.

A pesquisa foi feita com 1.000 entrevistas de abrangência nacional entre 2 e 4 de fevereiro. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais. 

Eleições de 2022

Apesar da tendência crescente de reprovação, Jair Bolsonaro segue como favorito para a corrida presidencial de 2022. Ele tem 28% das intenções de voto, mesmo número que obteve na pesquisa de janeiro.

Atrás dele, estão Sergio Moro (12%), Fernando Haddad (12%), Ciro Gomes (11%), Luciano Huck (7%), Guilherme Boulos (6%), João Doria (4%), João Amoêdo (3%) e Luiz Henrique Mandetta (3%).

Em um eventual segundo turno, só Moro venceria Bolsonaro, com 36% a 32%. Nos demais cenários, o atual presidente aparece à frente de Ciro Gomes (39% a 37%), Luciano Huck (37% a 33%), João Doria (37% a 30%), Fernando Haddad (41% a 36%) e Guilherme Boulos (42% a 31%).

Com informações da CNN

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