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No Piauí é decreto por cima de decreto, hospital de campanha desativado e os hospitais regionais superlotados com poucos leitos de UTI

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No fechamento do Hospital de Campanha em Teresina, houve até peça publicitária veiculada nos mais diversos meios de comunicação, até parecendo que a guerra tinha acabado, e que nós tínhamos vencido a pandemia. Agora, são apenas decretos e mais decretos de Wellington Dias. Os decretos são importantes. Aparelhamento e hospitais de campanha também.

O hospital de campanha do Verdão, em Teresina, foi um dos principais instrumentos para enfrentar a pandemia durante o primeiro ciclo pandêmico no Estado do Piauí, que foi desativado ainda no segundo semestre de 2020, diante de um breve recuo da doença e da pequena redução da demanda por leitos hospitalares para o tratamento da covid-19.

Wellington Dias – PT

A pandemia, no entanto, voltou a crescer depois do fechamento da principal estrutura montada para oferecer apoio aos hospitais regionais e principalmente as unidades de saúde de pequeno porte do interior do Piauí. No fechamento do Hospital de Campanha em Teresina houve até peça publicitária veiculada nos mais diversos meios de comunicação, até parecendo que a guerra tinha acabado, e que nós tínhamos vencido. Agora, são apenas decretos e mais decretos de Wellington Dias.

O governador petista também tenta dá as boas novas anunciando lotes e mais lotes de vacinas adquiridas com o dinheiro do governo federal, pegando carona e fazendo marketing político com as poucas doses do imunizante destinados ao Piauí.

É muito dinheiro destinado a cada estado, para onde está indo todo esse montante?

Só em 2020, o governo federal destinou a quantia de R$ 19 bilhões.

O que é um hospital de campanha?

Os hospitais de campanha são estruturas provisórias construídas em lugares como estádios de futebol ou centros de convenções em caráter emergencial para dar conta da demanda de atendimentos em situações em que o sistema de saúde fica sobrecarregado.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que os governos invistam em hospitais de campanha em situações atípicas de crise sanitária. A explicação é simples: quando as redes de atendimento estão no limite, coloca-se em risco a vida de pessoas que precisam de cuidados de saúde, inclusive os não relacionados à emergência.

Os decretos são importantes. Aparelhamento e hospitais de campanha também.

Por Gleison Fernandes/Portal Cidade Luz

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