OAB anuncia comissão para combater fake news na eleição

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No último pleito, juntamente com o TRE, Ministério Público e outras entidades, a OAB auxiliou no monitoramento quase instantâneo de análises de notícias falsas.

O Presidente da Ordem dos Advogados no Piauí, Celso Barros Neto, anunciou em entrevista ao sistema O Dia de comunicação que a ordem trabalhará, junto a comissão eleitoral, para combater às “fake news” nas eleições municipais de 2024. No último pleito, juntamente com o TRE, Ministério Público e outras entidades, a OAB auxiliou no monitoramento quase instantâneo de análises de notícias falsas que circularam nas redes sociais.

Celso Barros Neto – Foto: Marcelo Cardoso

Celso Barros confirmou a parceria com as outras instituições.

“Sobre essa questão de fake news, nós vamos ter uma comissão eleitoral atuante, par e passo, em consonância com as entidades de controle como o Tribunal Regional Eleitoral, Ministério Público, sociedade civil e partidos políticos. Promoveremos debates com esse assunto e iremos apurar esse tipo de denúncia” disse Celso Barros Neto.

De acordo com o dirigente a verdade deverá nortear o processos eleitoral.

“É importante que as eleições transcorram da melhor forma possível e que o eleitor esteja livre para escolher entre aqueles candidatos. Isso passa necessariamente pela verdade dos fatos e não pela mentira dos fatos”, destacou.

Combate no TSE

No Brasil, as “fake news” ganharam destaque nas eleições de 2018, quando foram utilizadas para disseminar desinformação sobre o processo eleitoral. Em resposta a essa ameaça, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) editou uma série de medidas para combater as “fake news” nas eleições de 2022.

O TSE criou uma plataforma de denúncias de “fake news” para que a população possa colaborar com o combate à desinformação o órgão também anunciou parcerias com as principais plataformas de redes sociais para a remoção de conteúdo falso. Em 2022 o TSE realizou campanhas de conscientização sobre os riscos das “fake news”.

Um dos principais desafios é o fato de que as “fake news” são cada vez mais sofisticadas e difíceis de serem identificadas. Além disso, a disseminação de “fake news” é facilitada pelo anonimato que as redes sociais oferecem.

Tarcio Cruz

Gleison Fernandes
Gleison Fernandeshttps://portalcidadeluz.com.br
Editor Chefe do Portal Cidade Luz

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