Índia ultrapassa Brasil e se torna 2º país do mundo com mais casos de Covid-19

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A Índia atingiu, nesta segunda-feira (7), a marca de 4.204.613 casos confirmados do novo coronavírus desde o início da pandemia, ultrapassando o Brasil e se tornando o segundo país do mundo com maior número de infecções contabilizadas.

Agora, o país asiático possui cerca de 67 mil casos a mais do que o Brasil, que chegou às 4.137.521 infecções registradas após o mais recente balanço divulgado pelo governo no domingo, com 14.521 novos casos em 24 horas.

Foto: Jagadeesh NV/EFE

No total de casos, a Índia fica atrás apenas dos Estados Unidos, que até aqui somaram 6.276.365 infecções, segundo dados do painel em tempo real da universidade Johns Hopkins às 2h. 

Novo recorde de casos em um dia

O Ministério da Saúde indiano anunciou, na manhã desta segunda-feira pelo horário local (madrugada pelo horário de Brasília), o registro de 90.802 novos casos do coronavírus em 24 horas – um novo recorde diário global, superando a marca de 90.632 novas infecções contabilizadas pelo próprio país no dia anterior.

Segunda nação mais populosa do mundo – com 1,3 bilhão de habitantes, cerca de seis vezes a população brasileira -, a Índia começou a ver a taxa diária de casos acelerar a partir de maio, quando surtos já haviam eclodido com gravidade em outras regiões do planeta, como o Leste Asiático, a Europa e o continente americano.

Desde então, porém, a aceleração de casos diários tem sido constante em território indiano, enquanto outros países viram as médias se estabilizarem ou apresentarem queda.

A Índia atingiu a marca oficial de 1 milhão de casos do novo coronavírus em 17 de julho, praticamente um mês após o Brasil atingir o mesmo número de infecções. Já os 4 milhões de casos foram oficializados pelo país asiático no sábado, dois dias depois do Brasil alcançar a marca.

Terceiro país com mais mortes

Pelo quinto dia consecutivo, o país asiático registra também mais de mil mortes pela Covid-19 em um dia, com 1.016 novos registros de óbitos.

Com isso, a Índia, que já era o terceiro país do mundo com mais óbitos após recentemente ultrapassar o México, chega a 71.642 mortes por complicações da doença.

A Índia ainda segue distante da contagem de mortes confirmadas no Brasil (126.650 óbitos) e Estados Unidos (188.941), os dois países com mais vítimas fatais da pandemia até aqui, considerando os números absolutos.

Novo recorde de casos em um dia

O Ministério da Saúde indiano anunciou, na manhã desta segunda-feira pelo horário local (madrugada pelo horário de Brasília), o registro de 90.802 novos casos do coronavírus em 24 horas – um novo recorde diário global, superando a marca de 90.632 novas infecções contabilizadas pelo próprio país no dia anterior.

Segunda nação mais populosa do mundo – com 1,3 bilhão de habitantes, cerca de seis vezes a população brasileira -, a Índia começou a ver a taxa diária de casos acelerar a partir de maio, quando surtos já haviam eclodido com gravidade em outras regiões do planeta, como o Leste Asiático, a Europa e o continente americano.

Desde então, porém, a aceleração de casos diários tem sido constante em território indiano, enquanto outros países viram as médias se estabilizarem ou apresentarem queda.

A Índia atingiu a marca oficial de 1 milhão de casos do novo coronavírus em 17 de julho, praticamente um mês após o Brasil atingir o mesmo número de infecções. Já os 4 milhões de casos foram oficializados pelo país asiático no sábado, dois dias depois do Brasil alcançar a marca.

Terceiro país com mais mortes

Pelo quinto dia consecutivo, o país asiático registra também mais de mil mortes pela Covid-19 em um dia, com 1.016 novos registros de óbitos.

Com isso, a Índia, que já era o terceiro país do mundo com mais óbitos após recentemente ultrapassar o México, chega a 71.642 mortes por complicações da doença.

A Índia ainda segue distante da contagem de mortes confirmadas no Brasil (126.650 óbitos) e Estados Unidos (188.941), os dois países com mais vítimas fatais da pandemia até aqui, considerando os números absolutos.

Diego Freire, da CNN, em São Paulo

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