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Piauí aumenta área com seca para 92,11%, o maior registro desde 2014

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O estado teve o maior percentual de área com seca grave no Nordeste: 7,19%. Piauí teve a pior condição de seca em setembro entre os estados nordestinos.

O Piauí registrou o aumento da área com seca de 79,29% para 92,11%, entre agosto e setembro. O percentual foi o maior desde novembro de 2014 (99,94%) e deixou o estado com a maior área com seca grave do Nordeste, 7,19%. Os dados foram divulgados pelo Monitor de Secas nesta quarta-feira (21).

O monitoramento apontou que no Piauí, devido à piora nos indicadores de curto prazo, houve uma expansão da seca fraca para o norte e sua intensificação no extremo sul do estado, onde passou à categoria de seca moderada. Os impactos continuam de curto e longo prazo no centro e sul do estado e apenas de curto prazo nas demais áreas.

Em termos de severidade do fenômeno, houve a intensificação da seca com o aumento das áreas com seca moderada de 19,16% para 22,5% do estado.

Além do Piauí, o Distrito Federal e 10 estados tiveram o agravamento da seca entre agosto e setembro: Alagoas, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Sergipe e Tocantins. Em outros seis estados, o grau de severidade da seca se manteve: Ceará, Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Santa Catarina.

A redução de áreas com o fenômeno aconteceu somente no Rio Grande do Sul. Três estados que passam por forte seca permaneceram com 100% de seus territórios com o fenômeno em setembro: Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina. A Bahia se manteve no patamar de 68% de sua área com seca.

A situação de seca mais severa registrada em setembro – seca extrema – aconteceu em Mato Grosso do Sul (24,08% de seu território), Paraná (8,6%) e Minas Gerais (2,92%). Já o estado que registrou as melhores condições foi o Rio Grande o Norte, que teve a menor área com seca (33,54%) e somente na intensidade fraca.

O Monitor realiza o acompanhamento contínuo do grau de severidade das secas no Brasil com base em indicadores do fenômeno e nos impactos causados em curto e/ou longo prazo. O monitoramento é coordenado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), com o apoio da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (FUNCEME) e desenvolvido por diversas instituições estaduais e federais ligadas às áreas de clima e recursos hídricos.

Com informações do G1PI

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