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Ações de empresas de cannabis crescem 35,5% depois das eleições nos EUA

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A maior parte dos Estados Unidos já permite o uso medicinal e/ou recreativo da maconha.

As ações das empresas ligadas ao mercado de cannabis subiram 35,3% desde o dia da votação para a Presidência dos Estados Unidos. O índice ETFMG, que replica o desempenho das companhias deste setor, saltou de US$ 11,65 para US$ 15,76.

A alta reflete o sinal verde dado para a transição do governo republicano para o democrata e a liberação para uso recreativo em 5 Estados. No ano, o índice caiu 7,94%. Chegou à mínima de US$ 9,10 em 18 de março deste ano.

O presidente eleito, Joe Biden, já defendeu a legalização da cannabis para fins medicinais. A vice Kamala Harris tem a mesma opinião.

Arizona, Montana, Nova Jersey e Dakota do Sul foram os últimos a permitir o uso recreativo da maconha. Mississipi e Dakota do Sul ainda liberaram o uso medicinal.

Arizona:

  • imposto de 16% sobre o consumo e imposto estadual sobre vendas de 5,6%;
  • permissão de porte de 30 gramas da droga por adulto e até 6 plantas cultivadas em casa;
  • previsão de receita anual de US$ 166 milhões, revertida para faculdades comunitárias, forças de segurança, bombeiros e outros;

Montana:

  • imposto de 20% sobre o consumo;
  • permissão de porte de 30 gramas da droga por adulto e até 4 plantas cultivadas em casa;
  • previsão de receita anual de US$ 38,5 milhões, revertida para preservação da natureza, fundo de veteranos militares, tratamentos de reabilitação e outros;

Nova Jersey:

  • imposto estadual sobre vendas de 6,625%, com possíveis adicionais de até 2%;
  • manteria a base da legislação atual –que permite apenas o uso medicinal– acrescentando o uso recreativo;

Dakota do Sul:

  • imposto de 15% sobre o consumo;
  • permissão de porte de 30 gramas da droga por adulto e até 3 plantas cultivadas em casa dentro de 1 espaço trancado. Limite de 6 plantas por residência;
  • receita revertida para escolas públicas e outros.

Outra notícia ajudou a animar o ânimo dos investidores. Na última 4ª feira (2.dez.2020), a Comissão de Drogas Narcóticas das Nações Unidas decidiu retirar a maconha e a resina derivada da cannabis da lista de substâncias consideradas mais perigosas, reconhecendo as propriedades medicinais da planta. A mudança atende a uma recomendação da OMS (Organização Mundial da Saúde) feita em janeiro de 2019.

Ao todo, 16 Estados já legalizaram o uso recreativo e 35, o uso medicinal da erva.

Com informações do Poder 360

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