Governador afirmou que Estado mantém finanças equilibradas e citou resultados em infraestrutura, saúde e educação.
Questionado durante debate nesta quarta-feira (02) sobre o volume de financiamentos contratados pelo Governo do Estado nos últimos quatro anos, o governador e candidato à reeleição, Rafael Fonteles (PT), rebateu as críticas e afirmou que o Piauí é o estado que mais investe, proporcionalmente à receita, dentre as 27 unidades da federação.
O candidato foi firme ao defender que os empréstimos para investimentos que proporcionam o desenvolvimento do Piauí só são possíveis porque existe equilíbrio fiscal no Estado. “Eu administro, como governador, mais de R$ 20 bilhões por ano. E o Piauí é o estado do Brasil que mais consegue investir, em proporção da receita, dentre os 27 estados, justamente porque fez o dever de casa, tem as finanças em dia e tem direito aos financiamentos”, afirmou o governador.

Rafael Fonteles citou como resultado desses investimentos a malha rodoviária estadual, os avanços na saúde e a expansão da educação em tempo integral. “É para ter a melhor malha rodoviária do Norte e Nordeste, reconhecida pela Confederação Nacional do Transporte (CNT); para ter o menor tempo de espera por consultas, exames e cirurgias eletivas; e para ser o único estado do Brasil com todas as escolas de tempo integral e com educação profissional e técnica”, destacou.

O governador afirmou ainda que a avaliação dos resultados da gestão caberá à população. “Quem vai avaliar se estamos conseguindo ajudar o Piauí a avançar é o povo do Piauí nas eleições, no dia 4 de outubro. O nosso papel aqui é defender o nosso projeto político, o projeto do presidente Lula, do senador Marcelo Castro, do senador Júlio César e de todo esse time que tem transformado o Piauí”, afirmou Rafael Fonteles.
Durante o debate, Rafael Fonteles ainda apresentou resultados e propostas para diferentes áreas. Entre os temas citados, estiveram a geração de empregos, com a meta de 100 mil novas oportunidades; o Orçamento Participativo Digital (OPA), que recebeu R$ 80 milhões na edição 2026-2027; a segurança hídrica e o saneamento, com previsão de R$ 2 bilhões em investimentos; além de políticas voltadas aos idosos, às pessoas com deficiência, relacionadas à descentralização dos serviços especializados para o interior.





